segunda-feira, 16 de março de 2015

Açaí ajuda no combate ao câncer e Alzheimer

Além de ser uma opção refrescante para aliviar do intenso calor da região norte brasileira o açaí também está se mostrando fonte para combate à doenças importantes. Pesquisas recentes revelam que o fruto ajuda no combate ao câncer, Alzheimer e doenças cardiovasculares.
Pesquisadores tem descoberto cada vez mais propriedades do açaí, sabia-se que ela trazia benefícios à saúde observando a população que consumia o fruto regularmente. Uma das principais descobertas foi um estudo na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) que revelou a potencialidade das substâncias do açaí no combate ao câncer. O experimento foi utilizado em células de câncer de mama, que foram submetidas a um extrato feito a partir do açaí. Os resultados animaram os pesquisadores.
“Houve uma redução na proliferação dessas células e um aumento na ocorrência da apoptose, a morte programada das unidades que formam o tumor”, explicou o professor do Laboratório de Bioquímica Nutricional da universidade, Anderson Teodoro.
As propriedades antioxidantes do açaí também se mostraram importantes na limpeza de radicais livres no organismo de quem o consume. Esta propriedade ajuda na proteção contra doenças degenerativas, como o mal de Alzheimer.  
Os resultados animadores popularizam as pesquisas em relação ao açaí, universidades em várias partes do Brasil e do Mundo já se detém na busca por novos benefícios. No Brasil a Universidade Estadual Paulista, Universidade Federal do Pará, onde o fruto é consumido por grande parte da população, a Universidade de São Paulo já finalizaram ou continuam fazendo pesquisas sobre o poder do fruto. 
Nos EUA as propriedades do açaí também tem chamado a atenção de estudantes e professores, a Texas A&M University, Universidade da Flórida e a  Universidade Estadual de Montana também se dedicam a descobrir as características benéficas da frutinha de cor roxa

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O Alzheimer pode ser evitado?


Várias pesquisas demonstram que essa doença pode ser combatida antes mesmo que apareça. Mediante diversos hábitos saudáveis em nossa alimentação ou atividades diárias, é possível evitar que o Alzheimer comece a se desenvolver. Aprenda mais a respeito a seguir.

O que é o Alzheimer?


Antes de falarmos sobre como prevenir o Alzheimer, é melhor conhecer alguns aspectos relacionados a essa doença que afeta a milhões de pessoas em todo o mundo.
Trata-se de um transtorno neurodegenerativo, também conhecido como “demência senil”. É caracterizado pela perda de memória imediata dos pacientes e diminuição de suas capacidades mentais. Isso ocorre porque as células nervosas morrem e diversas zonas do cérebro vão se atrofiando.
Uma pessoa pode “conviver” com o Alzheimer até 10 anos depois do diagnóstico, piorando o quadro no decorrer do tempo. A doença é incurável e terminal e aparece principalmente em pessoas com mais de 65 anos de idade.
Foi descoberta por psiquiatras alemãs no início do século passado e seu sintoma inicial é a falta de habilidade para reter informação ou lembrar o que disse.

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Na medida em que o Alzheimer avança, os sintomas são confusão mental, agressividade, irritabilidade, mudanças no humor, perda da memória em longo prazo, isolamento, transtornos na fala.
As causas dessa doença ainda são desconhecidas e os tratamentos médicos conseguem apenas alguns benefícios, mas não são capazes de cura-la totalmente.

Hábitos para evitar o Alzheimer


Como dito anteriormente, ainda não há uma cura para o Alzheimer e nem um tratamento ou medicamento que possa atrasar a doença ou evita-la.
Por isso pesquisadores aconselham que mantenhamos bons hábitos alimentares e físicos, para que a doença não se desenvolva com tanta facilidade ou para que os sintomas sejam mais leves caso ela ocorra. Veja alguns hábitos que devemos seguir para atingir esse objetivo:

  • Reduza o consumo de gorduras trans e saturadas: são as piores, pois aumentam os níveis de colesterol no sangue e estimulam a produção de placas perigosas no cérebro (características da doença de Alzheimer);

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  • Coma mais verduras, legumes, grãos e frutas: esses ingredientes não podem faltar em sua dieta diária, porque são ricos em minerais, vitaminas (como a B6 e o ácido fólico). Ajudam a proteger o cérebro e evitar a deterioração cognitiva. Por sua vez, reduz o risco de sofrermos de obesidade, diabetes do tipo II e colesterol, todas relacionadas com o Alzheimer.
  • Consuma vitamina E diariamente:  a dose recomendada é de 5 mg, já que esse antioxidante é muito bom para o cérebro. Onde encontrar a vitamina? Em alimentos como as nozes, mamão, manga, tomate, pimentão vermelho, espinafre, cereais enriquecidos, pão, abacate.
  • Consuma suplementos de vitamina B12: pode ser encontrada em produtos de origem animal e alimentos enriquecidos. Servem para reduzir os níveis de um aminoácido relacionado à deterioração cognitiva. Consumir essa vitamina ajuda a melhorar a memória e reduzir a atrofia cerebral. Uma dieta baseada em vegetais é muito importante para pessoas maiores de 50 anos.

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  • Controle seu diabetes: vários estudos demonstraram que a diabetes do tipo II aumenta o risco de sofrermos essa doença degenerativa, porque implica em altos níveis de açúcar no sangue, que afetam o cérebro.
  • Consuma óleos vegetais: são ricos em ômega-3 e podem ser de linho ou cânhamo. Outra opção é o óleo de peixe, considerando sua procedência e os ingredientes adicionados nele. Muitos peixes contém mercúrio, cuja toxidade está relacionada ao Alzheimer.
  • Evite o consumo de complexos vitamínicos com cobre e ferro: a ingestão em excesso desses nutrientes pode gerar problemas cerebrais e além disso, eles já estão presentes em muitos alimentos que comemos diariamente.
  • Cozinhe menos em alumínio: panelas geralmente são feitas de alumínio, material maléfico à saúde. O mesmo ocorre com os utensílios como colheres, espátulas, etc. No caso do papel alumínio, ainda não existem pesquisas a respeito, mas também se pode evitar.
  • Caminhe 3 vezes por semana: durante 40 minutos e de maneira mais rápida. Isso ajudará não apenas a perder peso e abandonar o sedentarismo, como também a reduzir o risco de sofrerm demências em até 50%.

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Imagens oferecidas por  Bev Sykes, Andrea Nardi, Vince Alongi, Smanatha Ing, Martin Cathrae.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

10 Formas Naturais de Prevenir a Doença de Alzheimer


Embora possa existir uma predisposição genética para a Doença de Alzheimer, esta é uma doença para a qual pode existir prevenção. Uma alimentação pouco saudável que possua altos níveis de açúcares e gorduras, falta de exercício físico e mental, e um estilo de vido stressante são factores que normalmente estão na raiz do problema.
10 formas simples de prevenir a Doença de Alzheimer:

01 – Tenha uma alimentação rica em frutas e legumes. Foi demonstrado cientificamente que os alimentos que combatem Alzheimer são mirtilos, vegetais de folha verde, como bróculos ou espinafres e maçãs.
02 – Insira na sua alimentação óleos vegetais ricos em Ómega 3, incluindo sementes de canhâmo e de linho. Pode também ingerir óleo de peixe, mas certifique-se quanto à fonte e nutrientes, já que muitos peixes possuem toxicidade de mercúrio, que pode causar Alzheimer.
03 – Certifique-se que está a incluir na sua alimentação uma quantidade suficiente de antioxidantes. Como foi já mencionado, comer frutas e legumes é uma das melhores maneiras de combater os radicais livres. O chocolate, chá verde, vitamina E e vitamina C são outros antioxidantes que podem desempenhar um importante papel contra a doença de Alzheimer.
04 – Um novo estudo de uma equipa de investigadores do Instituto para a Estudo Biológico de Salk demonstrou que um tipo específico de antioxidantes presente nos morangos pode auxiliar a memória e proteger o cérebro do desenvolvimento de Alzheimer.

05 – Um novo estudo do Instituto Karolinska de Estocolmo provou que as diabetes aumentam gradualmente o risco do desenvolvimento de Alzheimer. As diabetes estão associadas a altos níveis de açúcar no sangue.

06 – Um novo estudo demonstrou que uma pessoa com colesterol alto, alta pressão sanguínea e obesidade tem muito mais possibilidades (+ 600%) de perder funções cerebrais e ser-lhe diagnosticado Alzheimer do que pessoas que mantenha um peso equilibrado e que mantenha uma alimentação saudável.

07 – O pigmento na curcuma que atribui ao caril a sua cor amarela pode também ajudar a quebrar as “placas” que marcam o cérebro de doentes com Alzheimer, sugererm as últimas pesquisas.

08 – Evite o mercúrio. Como foi já mencionado, muito peixes estão contaminados com mercúrio, por isso pesquise quais os peixes que são seguros e livres de mercúrio. Por vezes, as vacinas são outra causa da toxicidade por mercúrio.
09 – Desafie a sua mente todos os dias. As pesquisas sugerem que a estimulação mental, falar duas línguas, viajar, puzzles, e aprender a tocar um instrumento são boas formas de combater a senilidade precoce e Alzheimer. Aprenda algo novo todos os dias, mesmo que seja um número de telefone ou uma palavra.
10 – Regule o stress. Está provado que o stress corroi a mente e o corpo, produzindo uma hormona que prejudica o cérebro. A meditação, yoga, arte ou jardinagem são apenas algumas das formas de gerir o stress.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Luteolina de nutrientes e mais reduz a doença de Alzheimer

Debbie


Legumes variados e assessor ervas do cérebro
Doenças do cérebro causados ​​pela idade, como Alzheimer são preocupantes, no entanto, existem muitas maneiras as pessoas podem parar o início.The Journal of Nutrition , acaba de publicar um novo estudo mostrando que a luteolina que é encontrada em legumes variados e ervas, diminui a inflamação no cérebro, que faz com que a memória e disfunção cognitiva.
Quando uma infecção é notado pela primeira vez, os respondedores imunológicos na medula espinhal e do cérebro (microglia ) geralmente começam a fabricar citocinas (moléculas de sinalização) que criam uma ação inflamatória para lidar com o problema. Com a idade de pessoas, as células microgliais começam a enfraquecer em funcionamento o que leva a um lote de fabrico de citocinas e dano cerebral relacionado.
Professor Rodney Johnson, de ciências animais da Universidade de Illinois e escritor de estudo afirma que eles já descobriram que durante o processo de envelhecimento normal, as células microgliais ficam debilitadas e começar a produzir enormes níveis de citocinas inflamatórias. Eles acreditam que isso é o que contribui para o envelhecimento cognitivo e é um fator de influência para a doença degenerativa para se desenvolver.
No entanto, luteolina que é encontrado em alimentos como cenoura, alecrim e óleo de oliva , de forma adequada que uma reação anti-inflamatório natural que impede erráticos células microgliais de causar danos. Mesmo quando o funcionamento normal de microglial está ocorrendo assessores luteolina para proteger os neurônios de células também.
Dr. Johnson explica que os neurônios viver porque a luteolina impediu a produção de mediadores inflamatórios neurotóxicos.
No estudo os pesquisadores compararam dois grupos de camundongos, um grupo consumiu luteolina. Os ratos mais velhos que consumiram luteolina tiveram melhor desempenho em testes de aprendizado e memória do que o outro grupo que não recebeu a luteolina. Os ratos que foram alimentados com a luteolina tinham níveis de citocinas comparáveis ​​aos ratos muito jovens.
Quando luteolina foi dada na dieta de ratos mais velhos, tinha diminuição da inflamação cerebral e também restaurou a memória de trabalho semelhantes aos dos ratinhos jovens.
Segundo o Dr. Johnson, estudos anteriores mostraram que os compostos de plantas como luteolina pode entrar no cérebro. Os investigadores acreditam que luteolina aceder ao cérebro e pára ou diminui a estimulação de células microgliais juntamente com as citocinas inflamatórias em que o fabrico.
A informação a partir deste estudo defende que a alimentação saudável se mantém a possibilidade de diminuir a inflamação relacionada com a idade ligada no cérebro, que irá produzir uma melhor saúde cognitiva.
Hábitos alimentares e doença de Alzheimer
Do Rush Institute for Healthy Aging, pesquisadores Clare Morris, DF e Dr. Denis Evans, realizou uma pesquisa com 6.000 pessoas não afectadas pela doença de Alzheimer, em Chicago. Foram coletadas informações sobre os hábitos alimentares. Em seguida, numa base regular avaliada um subgrupo de sinais da doença. Seus resultados revelaram o seguinte:
Os alimentos em que são ricos em vitamina E foram relacionados com a diminuir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Os alimentos tinham incluído molho de salada que era à base de óleo de sementes, cereais enriquecidos, vegetais de folhas verdes, melão e nozes.
Também foi descoberto que as pessoas que tinham consumido peixe pelo menos uma vez cada semana tinha uma possibilidade de 60% a menos de desenvolver a doença de Alzheimer. Acredita-se o raciocínio principal para esta ocorrência é o n-3 ácidos gordos poli-insaturados contidos nos peixes.
Com base na informação investigadores recolhidos tinha formado uma ligação entre o consumo elevado de gorduras saturadas e trans insaturados. Isso indica que a limitação total de carnes gordas e produtos lácteos de gordura, como leite, manteiga e gordura vegetais que normalmente é encontrada em biscoitos e bolachas.
Por que certos alimentos ajudam a doença de Alzheimer
Mesmo que a razão exacta pela qual a doença de Alzheimer ocorre ainda é desconhecido, a pesquisa mostra que a oxidação do cérebro ao longo de um período de tempo causar deterioração mental. A vitamina E, que age como um antioxidante só pode interromper o processo. Os ácidos graxos n-3 em peixes partilham um produto químico que é igual as substâncias localizadas na substância cinzenta do cérebro. O assessor de substâncias no envio de sinais para o cérebro que permitem armazenamento de aprendizagem e memória. As gorduras ruins estão ligadas a níveis elevados de colesterol que tem sido mostrado para ser ruim para o coração eo cérebro.
Outros alimentos que auxiliar na prevenção de Alzheimer
Chocolate escuro:
Pesquisadores na Noruega descobriram que os flavonóides contidos no cacau aumentar o fluxo sanguíneo para o cérebro e pode possivelmente se proteger contra condições com redução do fluxo sanguíneo cerebral como a demência. Para obter os melhores benefícios comprar chocolate com baixo teor de açúcar, mas teor de cacau, pelo menos, 70%.
Vinho Tinto:
Os mesmos pesquisadores também afirmaram que o consumo moderado de vinho tem um efeito guardado na função cognitiva. Além disso, diminui os riscos de Alzheimer e demência. Isso ocorre devido às imensas quantidades de flavonóides e outros polifenóis como o resveratrol prováveis ​​que é encontrada em vinho tinto .
Note que a beber álcool em excesso pode ter um efeito adverso que estudos têm mostrado poderia conduzir a demência.
Amêijoas:
Oxford projeto para investigar Memória e Envelhecimento pesquisadores descobriram que idosos que têm baixos níveis de vitamina B12 têm quatro vezes o risco maior de contrair Alzheimer.Moluscos são embalados com vitamina B12.
Espargos:
Em 2008, um estudo coreano descobriu que pessoas que tinham deficiência foliate tinha três meias e vezes mais probabilidade de desenvolver demência.
Nozes:
Pesquisadores do USDA Jean Mayer Centro de Pesquisa de Nutrição Humana no Envelhecimento, defendem uma dieta moderada de nozes para melhorar habilidades motoras e cognitivas.
O raciocínio é nozes contêm grandes quantidades de ômega-6 e é rica em ácido linoléico, que pode levar a compostos inflamatórios sendo desenvolvido e menos anti-inflamatório gorduras omega-3 no organismo quando o ômega-6 e ômega-3 relação está fora de pia.
Cerejas:
Os cientistas descobriram cerejas contêm compostos antioxidantes que contêm propriedades anti-inflamatórias que poderiam atuar como medicamentos para a dor.
Cúrcuma:
Placa que está localizado no cérebro é acreditado para adicionar à degradantes das células cerebrais que conduzem à doença de Alzheimer. Um estudo mostrou que a curcumina, que é em cúrcuma é eficaz na remoção da placa a partir do cérebro.
Maçãs:
Maçãs nas quais contêm quercetina em suas cascas foram descobertos para proteger o cérebro contra a doença de Alzheimer.
Alguns outros alimentos alternativos na prevenção de Alzheimer
Para flavonóides lembrar que os alimentos contêm quantidades elevadas lembre-se quanto maior a cor dos mais flavonóides estão presentes, como cerejas, chá verde e vinho tinto.
Outros frutos do mar que é rica em vitamina B12 são vieiras , peixe, camarão, mexilhões, ostras, fígado e mais carne.
Os folatos também pode ser encontrada na couve-flor, brócolis, beterraba, vegetais verdes folhosos, como espinafre.
Outras nozes úteis incluem amêndoas , avelãs, nozes, amendoim, pistache.
Outras frutas, além de cerejas com antioxidantes e anti-inflamatórias incluem mirtilos, framboesas e morangos.



Fontes:
Publicado por Debbie
Deb está actualmente a escrever artigos para revistas. Igualmente caracterizado como Detroit Medicina Alternativa Examinador, Examinador de Saúde da Mulher e da âncora para todas as vozes. . Também editor da revista nova "Cherokee Ble ... Ver o perfil

terça-feira, 6 de maio de 2014

Estudo aponta que consumo de açaí previne mal de Alzheimer e Par-kinson



Vem da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, um novo trabalho que sinaliza o potencial de ação da polpa de açaí sobre a preservação da massa cinzenta. Os pesquisadores observaram que o consumo regular de açaí reduz a exposição das células nervosas a processos degenerativos e inflamatórios recorrentes, fenômeno que abre caminho ao colapso do tecido cerebral.

Uma das hipóteses que buscam explicar essa façanha é a presença de substâncias antioxidantes, em especial a antocianina, que combatem os radicais livres por trás de uma série de danos ao organismo. “Os antioxidantes do açaí conseguem bloquear a formação dessas moléculas nocivas no início do processo de ataque às células”, explica a especialista em tecnologia de alimentos Ediluci Tostes, do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá. E a fruta amazônica não causa espanto apenas pela qualidade dos seus componentes. Em 1 litro da sua polpa, há 33 vezes mais antioxidantes que o encontrado em um mesmo litro de vinho tinto, bebida famosa por conter um monte desses ingredientes que varrem da circulação os temíveis radicais livres.

Além dessa propriedade, substâncias do porte da antocianina respondem por um efeito anti-inflamatório, o que soma forças para deixar em paz as estruturas e as conexões cerebrais. Na prática, isso significa uma menor probabilidade de ocorrer um comprometimento crônico e progressivo de funções cognitivas, como a memória e a coordenação motora. “É por isso que o açaí teria uma ação preventiva contra males neurodegenerativos, caso das doenças de Par-kinson e Alzheimer”, completa Ediluci.

A mesma antocianina que protagoniza benefícios ao cérebro pode afastar outro problema que ameaça tanto a massa cinzenta quanto o coração. É que sua ação antioxidante auxilia a debelar a formação de placas nos vasos sanguíneos, o que pode culminar em derrames e infartos. E é justamente esse papel protetor das artérias o que tenta provar o cardiologista Eduardo Augusto Costa, professor da Universidade Federal do Pará.


domingo, 13 de abril de 2014

Alimentos que contêm ácido de Lipoic

De acordo com a American Cancer Society, o ácido lipóico é um poderoso antioxidante que desempenha um papel em vários processo corporal diferente, incluindo metabolizando calorias. Também tem sido mostrado para ajudar a tratar a lesão do nervo em pacientes diabéticos. Embora o ácido lipóico é feito naturalmente pelo organismo, ele também pode ser ingerido em alimentos que contêm quantidades pequenas dele.

À base de carne

Algumas proteínas animais foram encontradas contendo pequenas quantidades de ácido lipoic. Carne vermelha é a principal fonte de ácido de lipoic em produtos de origem animal. No entanto, aqueles que estão olhando para aumentar seus níveis de ácido de lipoic através da dieta deveriam limitar sua ingestão dessa categoria. Carne vermelha gordurosa contém altos níveis de colesterol, gordura saturada e outros elementos que não devem ser ingeridos em grandes quantidades.

Produzir

Vegetais de folhas verdes, como espinafre, couve e acelga, são todos excelentes fontes de ácido lipoic. Além disso, brócolis, cenoura, beterraba e batata doce contêm o antioxidante. Aqueles que estão tentando aumentar seus níveis de ácido de lipoic devem focar a maioria de suas mudanças dietéticas neste grupo. Fontes vegetais são baixos em gordura e calorias e são naturalmente isento de colesterol.

Suplementos

O ácido lipóico é vendido sob a forma de um suplemento dietético nos Estados Unidos. Pesquisas relacionadas com estes suplementos são limitada e, portanto, especialistas realmente não sei quanto é seguro ingerir e se suplementos de ácido de lipoic podem ser nociva. Pesquisas sugerem que o ácido de lipoic encontrado naturalmente nos alimentos é sempre seguro para indivíduos saudáveis.

Incorporando o ácido de Lipoic

Se você estiver pensando em aumentar seus níveis de ácido de lipoic, é fácil incorporá-lo em sua dieta adicionando alimentos ricos em ácido de lipoic à equação. A American Cancer Society diz que foram estabelecidas sem orientações de dosagens seguras e eficazes, mas seria muito difícil overdose sobre os antioxidantes simplesmente por comer mais alimentos que o contém. Medida que envelhecem, seu corpo faz menos ácido de lipoic por conta própria, conforme sua idade, você pode querer concentrar-se mais no aumento da sua ingestão.

Aviso

Algumas pessoas usam ácido de lipoic para inibir o desenvolvimento e a progressão do cancro, bem como para diminuir os efeitos colaterais de quimioterapia. No entanto, de acordo com a American Cancer Society, não houve nenhuma evidência conclusiva para apoiar estes tratamentos. Além disso, a sociedade diz que demasiado ácido de lipoic pode processar tratamentos de quimioterapia e radiação ineficaz. Nesses casos, seu médico pode ordenar a limitar a ingestão de alimentos que contêm ácido lipoic.
 

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sábado, 12 de abril de 2014

MAGNÉSIO E ALZHEIMER
Alguns factos são tão aterradores que as pessoas preferem ignora-los. Um estudo de opinião revela que a doença de Alzheimer é a segunda patologia mais temida... logo a seguir ao cancro. No entanto muitos cancros são curáveis, enquanto o Alzheimer mata insidiosamente cada uma das suas vítimas. Esta doença tem uma incidência aumentada exponencialmente à medida que envelhecemos. Aos oitenta anos é cerca de 30%. Se por um lado as probabilidades de desenvolver este tipo de demência se tornam elevadas, por outro lado há alguma razão para optimismo. Já se identificaram factores que aumentam o risco de Alzheimer, nomeadamente a resistência à insulina – considerando-se a doença de Alzheimer como a 3ª forma de diabetes - e a inflamação silenciosa cerebral. Nutrientes como a curcumina que anula a enzima infamatória 5-LOX, e o DHA que sendo um dos componentes do óleo de peixe é também estrutural em relação ao nosso cérebro ajudam a diminuir o risco de contrair esta doença. A perda de sinapses – ligações entre os neurónios – pode despoletar o aparecimento desta patologia demencial.
O MAGNÉSIO tem aqui um papel crucial pois ele é necessário a mais do que 300 reacções bioquímicas corporais.
Ele mantêm os músculos e nervos com uma função normal, mantém o ritmo cardíaco bem como a saúde óssea. Também ajuda a regular o açúcar sanguíneo, a tensão arterial, e está ligado à produção de energia celular.
Outros nutrientes suplementares são a EGCG (principal activo do chá verde), o ácido alfa-lipoico, a NAC (n-acetilcisteína), a vitamina C, o ácido fólico e o complexo B. A imagem de marca desta patologia – deposição de substância beta-amiloide em placas cerebrais – diminui após a suplementação com os referidos nutrientes. Nunca esqueçam o poder do exercício físico nomeadamente cardio, pois já foi demonstrado o rejuvenescimento cerebral após suplementação com o ómega-3 DHA e marcha vigorosa.