sábado, 30 de novembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Benefícios do Chá de Camomila
- Auxilio no tratamento de feridas e inflamações
- Auxilio no tratamento de artrite
- Controla de forma eficaz a indigestão e as úlceras
- Estímulo ao sistema imunológico
- Alivio das cólicas menstruais
- Remoção das impurezas e rejuvenescimento da pele
- Diminuição da hiperatividade
Essas propriedades proporcionam tranquilidade e alívio do estresse. Porém, foram comprovados que o uso do chá de camomila também traz resultados satisfatórios no tratamento de distúrbios digestivos e em tratamentos de beleza.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Chá de baunilha para Mal de Alzheimer
O chá de baunilha é um excelente remédio caseiro para o mal de Alzheimer.
A baunilha é rica em vanilina, uma substância antioxidante que atua prevenindo o envelhecimento celular e doenças que afetam o funcionamento cerebral, como é o caso do mal de Alzheimer.
Este remédio caseiro também pode ser utilizado em casos de insônia e agitação, pois ajuda o indivíduo a ficar mais calmo e relaxa os seus músculos.
Ingredientes
- 1 xícara de água,
- 1 colher (sopa) de chá preto e
- 1 colher (sopa) de essência de baunilha.
Modo de preparo
Basta ferver a água e acrescentar o chá preto, tampe o recipiente e deixe a bebida em infusão por aproximadamente 3 minutos. Posteriormente adicione a baunilha e adoce o chá à gosto. Beber pelo menos 2 vezes ao dia.A baunilha é rica em vanilina, uma substância antioxidante que atua prevenindo o envelhecimento celular e doenças que afetam o funcionamento cerebral, como é o caso do mal de Alzheimer.
Este remédio caseiro também pode ser utilizado em casos de insônia e agitação, pois ajuda o indivíduo a ficar mais calmo e relaxa os seus músculos.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Panax ginseng melhora o desempenho cognitivo na doença de Alzheimer.
Fonte
Departamento de Neurologia, Instituto de Pesquisa Clínica, Seul National University Hospital, Seul, Coréia do Sul.Abstrato
Evidências experimentais recentes sugerem efeitos protetores e tróficos
de ginseng na função de memória da doença de Alzheimer (DA). Assim, investigou-se a eficácia clínica do Panax ginseng no desempenho cognitivo dos pacientes com DA em um estudo aberto.
AD pacientes consecutivos foram aleatoriamente designados para o
ginseng (n = 58) ou o grupo controle (n = 39), eo grupo foi tratado com
ginseng Panax ginseng em pó (4,5 g / d) durante 12 semanas.
Desempenhos cognitivos foram monitoradas usando o Mini-Exame do Estado
Mental (MMSE) e doença de Alzheimer escala de avaliação (ADAS), durante
12 semanas de tratamento ginseng e em 12 semanas após a interrupção do
ginseng. Escalas MEEM e ADAS não mostrou diferença de base entre os grupos.
Após o tratamento ginseng, a sub-escala cognitiva da ADAS eo MMSE
começou a mostrar melhorias e continuou até 12 semanas (p = 0,029 ep =
0,009 vs linha de base, respectivamente). Após a interrupção ginseng, a melhoria das pontuações ADAS e MMSE caiu para os níveis do grupo de controle. Estes resultados sugerem que Panax ginseng é clinicamente eficaz no desempenho cognitivo de pacientes com DA.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Gergelim: ótimo para memória e coração
O gergelim (Sesamum indicum L.), também conhecido como sésamo, contém uma grande variedade de princípios nutritivos de alto valor biológico, como gorduras insaturadas (eficientes na redução do nível de colesterol no sangue) e lecitina, que desempenha importante função no nosso organismo.
O gergelim é, juntamente com a soja, o vegetal mais rico em lecitina.
A lecitina é um componente essencial do tecido nervoso e intervém na função das glândulas sexuais. É um poderoso emulsificante, que facilita a dissolução das gorduras em meio aquoso. Uma das suas funções no sangue consiste em manter dissolvidos os lipídios em geral, especialmente o colesterol, evitando assim que se depositem nas paredes das artérias.
O gergelim também contém proteínas de alto valor biológico, formadas por 15 aminoácidos diferentes, com elevada proporção de metionina; vitaminas, especialmente E, B1 e B2; minerais e oligoelementos diversos, especialmente cálcio, fósforo, ferro, magnésio, cobre e cromo; e mucilagens, que dão ao gergelim ação laxante suave.
O óleo de gergelim é rico em ácidos graxos insaturados e apresenta vários constituintes secundários importantíssimos, como sesamina, sesamolina sesamol. Este último, com suas propriedades antioxidantes, confere ao óleo elevada estabilidade química, evitando a rancificação, fazendo do óleo de gergelim o óleo de maior resistência à oxidação entre os demais óleos de origem vegetal.
MODO DE USAR O GERGELIM
Óleo de gergelim
Pode ser usado como qualquer outro óleo vegetal. É muito estável e pouco sujeito a criar ranço.
Tahine
É uma pasta muito saborosa que se obtém moendo as sementes de gergelim. Substitui com vantagem a manteiga e a margarina.
Gersal
É uma farofa de gergelim que serve para "temperar" o arroz antes de servir. Para fazer o gersal, torre o gergelim lavado e seco. Depois de frio, bata levemente no liquidificador com sal. Para cada dez partes de gergelim, acrescente uma de sal.
Creme de legumes com gergelim
Prepare um creme delicioso com gergelim.
Doure uma cebola grande com um pouco de óleo. Em seguida, acrescente vegetais cortados em pedaços grandes (cenoura, jerimum, chuchu, couve, batata...) e um pouco de água. Deixe cozinhar por uns sete minutos. Liquidifique em seguida, adicionando uma colher de sopa de gergelim bem lavado e higienizado. Se ficar muito grosso e difícil de bater, adicione mais água. Use sal a gosto ou tempere com shoyu antes de servir.
OUTRAS FORMAS DE USO
Nos países do Oriente, o gergelim é considerado um restaurador da vitalidade e da capacidade sexual, além de ser usado nos casos de:
Problemas nervosos: esgotamento nervoso ou mental, estresse, perda de memória, melancolia, depressão nervosa, irritabilidade ou desequilíbrio nervoso, insônia. É um excelente complemento nutritivo para quem está submetido a uma grande atividade mental ou intelectual e deseja manter um bom rendimento.
Sobrecarga física: prática esportiva, gravidez, lactação, convalescença após intervenções cirúrgicas ou doenças.
Falta de rendimento ou de capacidade sexual tanto no homem quanto na mulher.
Excesso de colesterol no sangue, arteriosclerose, prevenção do infarto do miocárdio e da trombose arterial.
Observação: Algumas informações aqui contidas foram retiradas de: http://www.aboissa.com.br/gergelim/gergelim2.htm.
O gergelim (Sesamum indicum L.), também conhecido como sésamo, contém uma grande variedade de princípios nutritivos de alto valor biológico, como gorduras insaturadas (eficientes na redução do nível de colesterol no sangue) e lecitina, que desempenha importante função no nosso organismo.
O gergelim é, juntamente com a soja, o vegetal mais rico em lecitina.
A lecitina é um componente essencial do tecido nervoso e intervém na função das glândulas sexuais. É um poderoso emulsificante, que facilita a dissolução das gorduras em meio aquoso. Uma das suas funções no sangue consiste em manter dissolvidos os lipídios em geral, especialmente o colesterol, evitando assim que se depositem nas paredes das artérias.
O gergelim também contém proteínas de alto valor biológico, formadas por 15 aminoácidos diferentes, com elevada proporção de metionina; vitaminas, especialmente E, B1 e B2; minerais e oligoelementos diversos, especialmente cálcio, fósforo, ferro, magnésio, cobre e cromo; e mucilagens, que dão ao gergelim ação laxante suave.
O óleo de gergelim é rico em ácidos graxos insaturados e apresenta vários constituintes secundários importantíssimos, como sesamina, sesamolina sesamol. Este último, com suas propriedades antioxidantes, confere ao óleo elevada estabilidade química, evitando a rancificação, fazendo do óleo de gergelim o óleo de maior resistência à oxidação entre os demais óleos de origem vegetal.
MODO DE USAR O GERGELIM
Óleo de gergelim
Pode ser usado como qualquer outro óleo vegetal. É muito estável e pouco sujeito a criar ranço.
Tahine
É uma pasta muito saborosa que se obtém moendo as sementes de gergelim. Substitui com vantagem a manteiga e a margarina.
Gersal
É uma farofa de gergelim que serve para "temperar" o arroz antes de servir. Para fazer o gersal, torre o gergelim lavado e seco. Depois de frio, bata levemente no liquidificador com sal. Para cada dez partes de gergelim, acrescente uma de sal.
Creme de legumes com gergelim
Prepare um creme delicioso com gergelim.
Doure uma cebola grande com um pouco de óleo. Em seguida, acrescente vegetais cortados em pedaços grandes (cenoura, jerimum, chuchu, couve, batata...) e um pouco de água. Deixe cozinhar por uns sete minutos. Liquidifique em seguida, adicionando uma colher de sopa de gergelim bem lavado e higienizado. Se ficar muito grosso e difícil de bater, adicione mais água. Use sal a gosto ou tempere com shoyu antes de servir.
OUTRAS FORMAS DE USO
Nos países do Oriente, o gergelim é considerado um restaurador da vitalidade e da capacidade sexual, além de ser usado nos casos de:
Problemas nervosos: esgotamento nervoso ou mental, estresse, perda de memória, melancolia, depressão nervosa, irritabilidade ou desequilíbrio nervoso, insônia. É um excelente complemento nutritivo para quem está submetido a uma grande atividade mental ou intelectual e deseja manter um bom rendimento.
Sobrecarga física: prática esportiva, gravidez, lactação, convalescença após intervenções cirúrgicas ou doenças.
Falta de rendimento ou de capacidade sexual tanto no homem quanto na mulher.
Excesso de colesterol no sangue, arteriosclerose, prevenção do infarto do miocárdio e da trombose arterial.
Observação: Algumas informações aqui contidas foram retiradas de: http://www.aboissa.com.br/gergelim/gergelim2.htm.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Posicionamento durante a alimentação
Uma posição correta durante a alimentação dificulta a entrada dos alimentos nos pulmões, deixando a alimentação mais segura.
Durante as refeições é importante que o paciente permaneça sentado, com o tronco reto e a cabeça erguida. Caso não seja possível, tente manter o tronco o mais reto que puder ou pelo menos a 45º (figura abaixo). Use como apoio, travesseiros, almofadas, rolos de toalhas ou lençóis
4- Ambiente
O ambiente onde o paciente será alimentado deverá ser calmo, oferecer o mínimo de distratores assim como televisores e rádios deverão ser desligados. Conversas paralelas deverão ser evitadas.
5- Higiene oral
Pacientes com precário estado de conservação dentária estão mais propensos a broncopneumonias.
Para manutenção adequada da higiene oral e para retirada da placa bacteriana é necessária a ação mecânica de escovação dos dentes.
O uso de uma pasta que tenha boa ação bactericida é indicada quando ainda o paciente tem condições de fazer “bochecho”.
Caso esteja em uma fase que já não consegue bochechar, sugere-se a utilização da própria escova e de um antisséptico a base de clorexidina a 0,12% sem álcool, não sendo necessário o enxágue.
6- Via alternativa de alimentação
A nutrição enteral é indicada a pacientes que possuem risco para aspiração ou para aqueles com ingestão alimentar insuficiente por via oral.
Cabe à equipe médica optar pela sonda naso-enteral (SNE) ou gastrostomia (GTT). A sonda naso enteral é um tubo flexível inserido no nariz. Recomenda-se que seja usada no máximo por um mês, mas na prática clínica isso não acontece. Para pacientes sem condições de manutenção de via oral exclusiva (se alimentar somente por boca), a gastrostomia é indicada. É um procedimento simples e realizado por via endoscópica.
Figura 1 - Paciente com sonda naso enteral e gastrostomia
Sinais de alerta
1- Tosse ou engasgo com alimento ou saliva;
2- Pneumonias de repetição;
3- Refluxo gastro-esofágico;
4- Febre sem causa aparente;
5- Sensação de bolo na garganta;
6- Recusa alimentar;
7- Sonolência durante as refeições;
8- Presença de sinais clínicos de aspiração: dispnéia (falta de ar), voz molhada (som borbulhante)
A constatação desses sinais de alerta, isoladamente ou em conjunto, são essenciais para definição da conduta em relação à manutenção da dieta VO (por boca).
Em caso de dúvida, peça orientação para um profissional especializado.
Referências bibliográficas:
1- Sugueno, L.A; Fussi, C. Neurofisiologia da deglutição. In: Barros, A.P ; Dedivits, R.A ; Sant’ana, R.B. Deglutição, voz e fala nas alterações neurológicas. Rio de Janeiro: Di Livros; 2013. p.3-18.
2- Palinkas, E. Estudo da alimentação e deglutição, avaliada pela videofluoroscopia, de idosos com doença de Alzheimer leve e moderada residentes na comunidade [tese]. São Paulo: Universidade Federal de São Paulo; 2002.
3- Correia, SM. Avaliação fonoaudiológica da deglutição na doença de Alzheimer em fases avançadas [tese]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2010.
4- Fussi, C; Romero, S.B. Disfagia: desmistificando dúvidas na prática de equipe de enfermagem. In: Matsuba, CS; Magnoni, D. Enfermagem em Terapia Nutricional. São Paulo: Savier; 2009. p.196 – 219.
5- Silvério, C.C; Cola, P.C; Silva, R.G. Ações educativas para pacientes adultos com disfagia orofaríngea. São Paulo: Pulso Editorial; 2006.
6- Macedo, E.D; Gomes, G.F; Furkim, A.M. Manual de cuidados do paciente com disfagia. São Paulo: Editora Lovise; 2000.
Durante as refeições é importante que o paciente permaneça sentado, com o tronco reto e a cabeça erguida. Caso não seja possível, tente manter o tronco o mais reto que puder ou pelo menos a 45º (figura abaixo). Use como apoio, travesseiros, almofadas, rolos de toalhas ou lençóis
4- Ambiente
O ambiente onde o paciente será alimentado deverá ser calmo, oferecer o mínimo de distratores assim como televisores e rádios deverão ser desligados. Conversas paralelas deverão ser evitadas.
5- Higiene oral
Pacientes com precário estado de conservação dentária estão mais propensos a broncopneumonias.
Para manutenção adequada da higiene oral e para retirada da placa bacteriana é necessária a ação mecânica de escovação dos dentes.
O uso de uma pasta que tenha boa ação bactericida é indicada quando ainda o paciente tem condições de fazer “bochecho”.
Caso esteja em uma fase que já não consegue bochechar, sugere-se a utilização da própria escova e de um antisséptico a base de clorexidina a 0,12% sem álcool, não sendo necessário o enxágue.
6- Via alternativa de alimentação
A nutrição enteral é indicada a pacientes que possuem risco para aspiração ou para aqueles com ingestão alimentar insuficiente por via oral.
Cabe à equipe médica optar pela sonda naso-enteral (SNE) ou gastrostomia (GTT). A sonda naso enteral é um tubo flexível inserido no nariz. Recomenda-se que seja usada no máximo por um mês, mas na prática clínica isso não acontece. Para pacientes sem condições de manutenção de via oral exclusiva (se alimentar somente por boca), a gastrostomia é indicada. É um procedimento simples e realizado por via endoscópica.
Figura 1 - Paciente com sonda naso enteral e gastrostomia
Sinais de alerta
1- Tosse ou engasgo com alimento ou saliva;
2- Pneumonias de repetição;
3- Refluxo gastro-esofágico;
4- Febre sem causa aparente;
5- Sensação de bolo na garganta;
6- Recusa alimentar;
7- Sonolência durante as refeições;
8- Presença de sinais clínicos de aspiração: dispnéia (falta de ar), voz molhada (som borbulhante)
A constatação desses sinais de alerta, isoladamente ou em conjunto, são essenciais para definição da conduta em relação à manutenção da dieta VO (por boca).
Em caso de dúvida, peça orientação para um profissional especializado.
Referências bibliográficas:
1- Sugueno, L.A; Fussi, C. Neurofisiologia da deglutição. In: Barros, A.P ; Dedivits, R.A ; Sant’ana, R.B. Deglutição, voz e fala nas alterações neurológicas. Rio de Janeiro: Di Livros; 2013. p.3-18.
2- Palinkas, E. Estudo da alimentação e deglutição, avaliada pela videofluoroscopia, de idosos com doença de Alzheimer leve e moderada residentes na comunidade [tese]. São Paulo: Universidade Federal de São Paulo; 2002.
3- Correia, SM. Avaliação fonoaudiológica da deglutição na doença de Alzheimer em fases avançadas [tese]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2010.
4- Fussi, C; Romero, S.B. Disfagia: desmistificando dúvidas na prática de equipe de enfermagem. In: Matsuba, CS; Magnoni, D. Enfermagem em Terapia Nutricional. São Paulo: Savier; 2009. p.196 – 219.
5- Silvério, C.C; Cola, P.C; Silva, R.G. Ações educativas para pacientes adultos com disfagia orofaríngea. São Paulo: Pulso Editorial; 2006.
6- Macedo, E.D; Gomes, G.F; Furkim, A.M. Manual de cuidados do paciente com disfagia. São Paulo: Editora Lovise; 2000.
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