sábado, 30 de novembro de 2013

Glutationa na doença de Alzheimer e cataratas

Antioxidantes são o antídoto para o estresse oxidativo no tecido. O stress oxidativo pode ser pensada como a ferrugem do corpo, porque faz com que a oxidação de metais também expostos aos elementos de ferrugem. O estresse oxidativo mostra-se em áreas onde moléculas de radicais livres irritar as células e estruturas celulares.
Glutationa na doença de Alzheimer e cataratas
Deficiências de glutationa são vistas em condições de stress oxidativo, incluindo cataratas, doença de Parkinson, glaucoma, e doenças de Alzheimer. Deficiências crônicas de glutationa estão associados com certos distúrbios do sistema imunológico, o HIV, o desenvolvimento de catarata, e um aumento da incidência de certos tipos de cânceres. Deficiências de glutationa são vistos também em questões de toxicidade, como uma overdose de medicamentos, diminuição da função do fígado ou nos casos em que os nutrientes gerais faltam na dieta como em alguns distúrbios alimentares e desnutrição.
Um potente antioxidante, a glutationa é produzido no corpo humano, a partir da síntese de três principais aminoácidos - cisteína, glicina e ácido glutâmico.
Nutrientes para aumentar os níveis de glutationa e atividade incluem o ácido lipóico, vitaminas E e C, e selênio (castanha do Brasil, carnes, frutos do mar). A vitamina B riboflavina (sementes de girassol, espinafre, abacate) parece desempenhar um papel essencial como um precursor co-fator para a glutationa.
Espargos é uma das principais fontes de glutationa. Brócolis, abacate e espinafre também são conhecidos por aumentar os níveis de glutationa. Alho ajuda a manter os níveis de glutationa ideais. Outros alimentos com níveis naturalmente elevados de glutationa são grapefruit, abóbora, batata, melão, pêssego, abobrinha, espinafre, melancia, e morangos.
Peixe, carne, e alimentos que produzem enxofre contendo aminoácidos (por exemplo, ovos) são fontes preferidas para manter e aumentar os níveis de glutationa do corpo.
Cúrcuma, cataratas diabéticas, Neuropatias
Cúrcuma, uma especiaria caril indiano tem sido utilizado no tratamento de células chamadas astrócitos. Verificou-se a aumentar a expressão da glutationa S-transferase, proteger os neurónios expostas a stress oxidativo e tem outras vantagens também. Curcumina, um ingrediente activo de cúrcuma (Curcuma longa), inibe a proliferação e induz a apoptose em células de cancro, mas a sequência de eventos que conduzem à morte da célula não é bem definida. O tempero do efeito sobre cataratas diabéticas, bem como um outro problema visual, retinopatia diabética também foi documentada.
Selênio e Catarata
A evidência em torno de selênio e catarata não é nada clara. Um estudo de 1995 colocar desta forma, cataratogénese [a formação de catarata] pode ser causada pelo excesso ou deficiência deste elemento traço.
Estudos de selênio sugerem que pode desempenhar um papel na redução do risco de certos tipos de cancro, afectam o sistema imunológico e actividade da tiróide. Isso tudo é bom. No entanto, muito de selênio pode causar alguns efeitos tóxicos, incluindo desconforto gastrointestinal, unhas quebradiças, perda de cabelo e danos nos nervos leve.
A quantidade de selênio em carnes e alimentos vegetais depende dos níveis de selênio no solo. Muitas áreas de produção de alimentos são selênio deficiente. Uma fonte muito elevado de selênio é castanha. Este mineral essencial também é encontrado em peixes, ovos e laticínios.
Um estudo de 2006 observou que as pessoas com catarata mais opaco e de cor tinha mais selénio na lente e menos de selénio no sangue. Em diabéticos, as alterações nos níveis de selénio no cristalino e no sangue foram detectáveis ??antes do aparecimento dos sintomas graves.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Benefícios do Chá de Camomila

 Os principais benefícios do chá de camomila incluem:
  •  Auxilio no tratamento de feridas e inflamações
  •  Auxilio no tratamento de artrite
  •  Controla de forma eficaz a indigestão e as úlceras
  •  Estímulo ao sistema imunológico
  •  Alivio das cólicas menstruais
  •  Remoção  das impurezas e rejuvenescimento da pele
  •  Diminuição da hiperatividade
O uso medicinal da camomila, de nome científico Matricaria recutita, deve-se principalmente às propriedades calmantes que atuam sobre o sistema nervoso.
Essas propriedades proporcionam tranquilidade e alívio do estresse. Porém, foram comprovados que o uso do chá de camomila também traz resultados satisfatórios no tratamento de distúrbios digestivos e em tratamentos de beleza.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Chá de baunilha para Mal de Alzheimer

 
O chá de baunilha é um excelente remédio caseiro para o mal de Alzheimer.

Ingredientes

  • 1 xícara de água,
  • 1 colher (sopa) de chá preto e
  • 1 colher (sopa) de essência de baunilha.

Modo de preparo

Basta ferver a água e acrescentar o chá preto, tampe o recipiente e deixe a bebida em infusão por aproximadamente 3 minutos. Posteriormente adicione a baunilha e adoce o chá à gosto. Beber pelo menos 2 vezes ao dia.
A baunilha é rica em vanilina, uma substância antioxidante que atua prevenindo o envelhecimento celular e doenças que afetam o funcionamento cerebral, como é o caso do mal de Alzheimer.
Este remédio caseiro também pode ser utilizado em casos de insônia e agitação, pois ajuda o indivíduo a ficar mais calmo e relaxa os seus músculos.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Panax ginseng melhora o desempenho cognitivo na doença de Alzheimer.

Fonte

Departamento de Neurologia, Instituto de Pesquisa Clínica, Seul National University Hospital, Seul, Coréia do Sul.

Abstrato

Evidências experimentais recentes sugerem efeitos protetores e tróficos de ginseng na função de memória da doença de Alzheimer (DA). Assim, investigou-se a eficácia clínica do Panax ginseng no desempenho cognitivo dos pacientes com DA em um estudo aberto. AD pacientes consecutivos foram aleatoriamente designados para o ginseng (n = 58) ou o grupo controle (n = 39), eo grupo foi tratado com ginseng Panax ginseng em pó (4,5 g / d) durante 12 semanas. Desempenhos cognitivos foram monitoradas usando o Mini-Exame do Estado Mental (MMSE) e doença de Alzheimer escala de avaliação (ADAS), durante 12 semanas de tratamento ginseng e em 12 semanas após a interrupção do ginseng. Escalas MEEM e ADAS não mostrou diferença de base entre os grupos. Após o tratamento ginseng, a sub-escala cognitiva da ADAS eo MMSE começou a mostrar melhorias e continuou até 12 semanas (p = 0,029 ep = 0,009 vs linha de base, respectivamente). Após a interrupção ginseng, a melhoria das pontuações ADAS e MMSE caiu para os níveis do grupo de controle. Estes resultados sugerem que Panax ginseng é clinicamente eficaz no desempenho cognitivo de pacientes com DA.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Gergelim: ótimo para memória e coração

O  gergelim (Sesamum indicum L.), também conhecido como sésamo, contém uma grande variedade de princípios nutritivos de alto valor biológico, como gorduras insaturadas (eficientes na redução do nível de colesterol no sangue) e lecitina, que desempenha importante função no nosso organismo.

O gergelim é, juntamente com a soja, o vegetal mais rico em lecitina.

A lecitina é um componente essencial do tecido nervoso e intervém na função das glândulas sexuais. É um poderoso emulsificante, que facilita a dissolução das gorduras em meio aquoso. Uma das suas funções no sangue consiste em manter dissolvidos os lipídios em geral, especialmente o colesterol, evitando assim que se depositem nas paredes das artérias.

O gergelim também contém proteínas de alto valor biológico, formadas por 15 aminoácidos diferentes, com elevada proporção de metionina; vitaminas, especialmente E, B1 e B2; minerais e oligoelementos diversos, especialmente cálcio, fósforo, ferro, magnésio, cobre e cromo; e mucilagens, que dão ao gergelim ação laxante suave.

O óleo de gergelim é rico em ácidos graxos insaturados e apresenta vários constituintes secundários importantíssimos, como sesamina, sesamolina sesamol. Este último, com suas propriedades antioxidantes, confere ao óleo elevada estabilidade química, evitando a rancificação, fazendo do óleo de gergelim o óleo de maior resistência à oxidação entre os demais óleos de origem vegetal.


MODO DE USAR O GERGELIM

Óleo de gergelim

Pode ser usado como qualquer outro óleo vegetal. É muito estável e pouco sujeito a criar ranço.

Tahine

É uma pasta muito saborosa que se obtém moendo as sementes de gergelim. Substitui com vantagem a manteiga e a margarina.

Gersal

É uma farofa de gergelim que serve para "temperar" o arroz antes de servir. Para fazer o gersal, torre o gergelim lavado e seco. Depois de frio, bata levemente no liquidificador com sal. Para cada dez partes de gergelim, acrescente uma de sal.

Creme de legumes com gergelim

Prepare um creme delicioso com gergelim.

Doure uma cebola grande com um pouco de óleo. Em seguida, acrescente vegetais cortados em pedaços grandes (cenoura, jerimum, chuchu, couve, batata...) e um pouco de água. Deixe cozinhar por uns sete minutos. Liquidifique em seguida, adicionando uma colher de sopa de gergelim bem lavado e higienizado. Se ficar muito grosso e difícil de bater, adicione mais água. Use sal a gosto ou tempere com shoyu antes de servir.


OUTRAS FORMAS DE USO

Nos países do Oriente, o gergelim é considerado um restaurador da vitalidade e da capacidade sexual, além de ser usado nos casos de:

Problemas nervosos: esgotamento nervoso ou mental, estresse, perda de memória, melancolia, depressão nervosa, irritabilidade ou desequilíbrio nervoso, insônia. É um excelente complemento nutritivo para quem está submetido a uma grande atividade mental ou intelectual e deseja manter um bom rendimento.

Sobrecarga física: prática esportiva, gravidez, lactação, convalescença após intervenções cirúrgicas ou doenças.

Falta de rendimento ou de capacidade sexual tanto no homem quanto na mulher.

Excesso de colesterol no sangue, arteriosclerose, prevenção do infarto do miocárdio e da trombose arterial.


Observação: Algumas informações aqui contidas foram retiradas de: 
http://www.aboissa.com.br/gergelim/gergelim2.htm.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Posicionamento durante a alimentação

 Uma posição correta durante a alimentação dificulta a entrada dos alimentos nos pulmões, deixando a alimentação mais segura.

Durante as refeições é importante que o paciente permaneça sentado, com o tronco reto e a cabeça erguida. Caso não seja possível, tente manter o tronco o mais reto que puder ou pelo menos a 45º (figura abaixo). Use como apoio, travesseiros, almofadas, rolos de toalhas ou lençóis



4- Ambiente

O ambiente onde o paciente será alimentado deverá ser calmo, oferecer o mínimo de distratores assim como televisores e rádios deverão ser desligados. Conversas paralelas deverão ser evitadas.

5- Higiene oral

Pacientes com precário estado de conservação dentária estão mais propensos a broncopneumonias.

Para manutenção adequada da higiene oral e para retirada da placa bacteriana é necessária a ação mecânica de escovação dos dentes.

O uso de uma pasta que tenha boa ação bactericida é indicada quando ainda o paciente tem condições de fazer “bochecho”.

Caso esteja em uma fase que já não consegue bochechar, sugere-se a utilização da própria escova e de um antisséptico a base de clorexidina a 0,12% sem álcool, não sendo necessário o enxágue.

6- Via alternativa de alimentação

A nutrição enteral é indicada a pacientes que possuem risco para aspiração ou para aqueles com ingestão alimentar insuficiente por via oral.

Cabe à equipe médica optar pela sonda naso-enteral (SNE) ou gastrostomia (GTT). A sonda naso enteral é um tubo flexível inserido no nariz. Recomenda-se que seja usada no máximo por um mês, mas na prática clínica isso não acontece. Para pacientes sem condições de manutenção de via oral exclusiva (se alimentar somente por boca), a gastrostomia é indicada. É um procedimento simples e realizado por via endoscópica.

Figura 1 - Paciente com sonda naso enteral e gastrostomia


Sinais de alerta

1- Tosse ou engasgo com alimento ou saliva;
2- Pneumonias de repetição;
3- Refluxo gastro-esofágico;
4- Febre sem causa aparente;
5- Sensação de bolo na garganta;
6- Recusa alimentar;
7- Sonolência durante as refeições;
8- Presença de sinais clínicos de aspiração: dispnéia (falta de ar), voz molhada (som borbulhante)

A constatação desses sinais de alerta, isoladamente ou em conjunto, são essenciais para definição da conduta em relação à manutenção da dieta VO (por boca).
Em caso de dúvida, peça orientação para um profissional especializado.

Referências bibliográficas:

1- Sugueno, L.A; Fussi, C. Neurofisiologia da deglutição. In: Barros, A.P ; Dedivits, R.A ; Sant’ana, R.B. Deglutição, voz e fala nas alterações neurológicas. Rio de Janeiro: Di Livros; 2013. p.3-18.
2- Palinkas, E. Estudo da alimentação e deglutição, avaliada pela videofluoroscopia, de idosos com doença de Alzheimer leve e moderada residentes na comunidade [tese]. São Paulo: Universidade Federal de São Paulo; 2002.
3- Correia, SM. Avaliação fonoaudiológica da deglutição na doença de Alzheimer em fases avançadas [tese]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2010.
4- Fussi, C; Romero, S.B. Disfagia: desmistificando dúvidas na prática de equipe de enfermagem. In: Matsuba, CS; Magnoni, D. Enfermagem em Terapia Nutricional. São Paulo: Savier; 2009. p.196 – 219.
5- Silvério, C.C; Cola, P.C; Silva, R.G. Ações educativas para pacientes adultos com disfagia orofaríngea. São Paulo: Pulso Editorial; 2006.
6- Macedo, E.D; Gomes, G.F; Furkim, A.M. Manual de cuidados do paciente com disfagia. São Paulo: Editora Lovise; 2000.